Energia Solar Fotovoltaica: Uma Breve Revisão

Carolina T. Machado, Fabio S. Miranda

Resumo


Apesar do sol enviar em uma hora mais energia do que o planeta Terra consome em um ano, essa não é a fonte de energia mais importante do planeta. Instalar um sistema fotovoltaico ainda é caro, e a eficiência da maior parte dos módulos comerciais é de apenas 15%. Em geral, esses módulos são de silício mono ou policristalino, chamadas de células de primeira geração. Existem também as células de silício amorfo, que possuem eficiência de 7%, e em menor escala estão as células CdTe, CIGS (CuInGaSe2) e CIS (CuInSe2), que têm eficiência em torno de 11%. Essas são células de filme fino, ditas de segunda geração. Existem também as células de terceira geração que ainda estão em fase de pesquisa e não são encontradas no mercado. Essas são as células orgânicas, as células solares sensibilizadas por corante, também conhecidas por seu nome em inglês, dye-sensitized solar cell (DSSC) e as células solares baseadas em pontos quânticos (quantum dots). O país mais desenvolvido na área de células solares é a Alemanha, que instituiu programas de incentivo à utilização dessa tecnologia. Apesar de possuir altos níveis de radiação solar e ter uma das maiores reserva de quartzo do mundo, o Brasil apenas deu seus primeiros passos. Desde 2012, após a resolução Nº 482 da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), uma pessoa física pode injetar eletricidade na rede brasileira, se a energia é produzida por fontes renováveis, o que motivou a indústria a desenvolver tecnologia nessa área.

 

DOI: 10.5935/1984-6835.20150008


Palavras-chave


Sistemas fotovoltaicos; radiação solar; células solares; tarifa-prêmio.

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