Comparação entre a sacarificação enzimática e química da hidrólise de biomassa para a produção de bioetanol: uma breve revisão.

Simoni Plentz Meneghetti

Resumo


A dependência do petróleo e de demais recursos fósseis levanta preocupações e questionamentos globais, por não serem considerados sustentáveis no ponto de vista econômico e ambiental. A demasiada disponibilidade de material residual agrícola, a crescente necessidade de energia no setor dos transportes e o benefício ambiental, devido à possível redução dos gases de efeito estufa, impulsionaram o desenvolvimento de biocombustíveis líquidos, entre eles o bioetanol de segunda geração. O bioetanol é produzido pela hidrólise de materiais lignocelulósicos, para a obtenção de açúcares que são posteriormente convertidos em álcool por fermentação. Esse processo envolve as etapas de pré-tratamento da biomassa, a sacarificação da celulose, fermentação do hidrolisado e a destilação do álcool. Esse trabalho apresenta e discute as diferentes rotas tecnológicas para a sacarificação da celulose, expondo os contrastes entre a hidrólise enzimática e a realizada por via ácida, abrangendo parâmetros como, condições reacionais, custo, rendimento e aplicabilidade.


Palavras-chave


Bioetanol lignocelulósico, hidrólise enzimática, hidrólise ácida



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