Bioatividades de Triterpenos isolados de plantas: Uma breve revisão

FRANCISCA CRISLÂNDIA OLIVEIRA SILVA, Maria Kueirislene A. Ferreira, Antônio Wlisses da Silva, Maria Geysillene Castro Matos, Francisco E. A. Magalhães, Priscila T. da Silva, Paulo Nogueira Bandeira, Jane E. Silva A. de Menezes, Hélcio Silva dos Santos

Resumo


Comumente a indústria farmacêutica utiliza metabólitos secundários isolados de plantas como material de partida natural de novos fármacos. As plantas podem ser utilizadas como fontes terapêuticas alternativas, pois apresentam em sua composição variedades de moléculas biologicamente ativas, como os triterpenos. Esses constituintes são metabólitos secundários pertencente a classe dos terpenos e são caracterizados quimicamente pela presença de seis unidades de isopreno, com um total de 30 átomos de carbono. Esta revisão foi realizada com base nos artigos publicados sobre triterpenos e suas bioatividades: anti-inflamatória, antiadipogênica, antinociceptiva, antimicrobiana e anticâncer, em relação ao período dos últimos dez anos. Nesta revisão foi verificado que, as atividades relatadas comprovam que os triterpenos constituem grande potencial terapêutico.

Palavras-chave


Plantas; triterpenos; potencial terapêutico.



Creative Commons License
A Revista Virtual de Química está licenciada sob as condições do Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Compartilhamento pela mesma Licença 2.5 Brasil License. Sob esta licença, a RVQ permite que seu conteúdo seja copiado, distribuído, exibido e executado desde que os devidos créditos à Revista e aos autores sejam dados. Contudo, o usuário não poderá utilizar o conteúdo com finalidades comerciais, a menos que obtenha permissão da Editoria da Revista.
Visitantes Online