História da Cromatografia Líquida

Sidney Pacheco, Renata G. Borguini, Manuela Cristina P. A. Santiago, Luzimar S. M. do Nascimento, Ronoel Luiz O. Godoy

Resumo


É senso comum, entre os historiadores da ciência, creditar o mérito da invenção da cromatografia líquida ao botânico russo M. S. Tswett, tendo como marco um relatório por ele publicado em 1903 acerca da técnica recém-inventada. No entanto, são muitos os registros de fenômenos, anteriores a Tswett, relacionados à cromatografia. Existem registros de experimentos datados do ano de 77, na Roma antiga. A história da cromatografia líquida ainda guarda interessantes descobertas e invenções bem como disputas entre grupos de pesquisadores que de uma forma ou de outra contribuíram para que ela se tornasse uma das técnicas analíticas mais utilizadas hoje no mundo. A leitura da história da cromatografia líquida é uma interessante maneira de se aprender sobre a técnica e descobrir como foram concebidas soluções criativas para os desafios analíticos de cada época. A maior parte dos experimentos descritos e técnicas desenvolvidas são utilizadas até os dias de hoje. A construção do primeiro sistema cromatográfico também é descrito com detalhes. Ele foi construído quase que totalmente com peças comercialmente disponíveis e foi capaz de separar, derivatizar e detectar uma mistura complexa de aminoácidos e peptídeos. A utilização desse sistema levou seus construtores ao prêmio Nobel de química.

 

DOI: 10.5935/1984-6835.20150069


Palavras-chave


Cromatografia Líquida; CLAE; Tswett.

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