Atividade vasorrelaxante de adutos de Morita-Baylis-Hillman derivados do Eugenol em artéria mesentérica superior de ratos normotensos

Francisco Seixas Xavier, Cláudio Gabriel Lima Júnior, Mario L. A. Almeida Vasconcellos, Ramon Oliveira, Fábio Silva, Aleff Castro, Priscila Araújo, Valdir Braga, Maria França-Silva

Resumo


A hipertensão é um dos principais fatores de risco associados às doenças cardiovasculares, tornando cada vez mais essencial a descoberta de novas drogas. Neste contexto, os adutos de Morita-Baylis-Hillman (AMBH) apresentam-se como uma classe de moléculas polifuncionalizadas com ampla variedade de atividades biológicas. O presente estudo teve como objetivo explorar a potencial atividade vasorrelaxante dos adutos de MBH e derivados de eugenol. Os compostos foram testados por adição cumulativa (10-10 a 3x10-4 M) em artérias mesentéricas superiores isoladas de ratos normotensos pré-contraídos com fenilefrina (10 μM). Na presença de endotélio funcional, os AMBHs promoveram vasorrelaxamento significativo, porém menor do que quando comparados aos AMBHs derivados de eugenol (3a = 103,3 ± 2,6%, 3b = 105,0 ± 2,5% e 3c = 69,2 ± 7,1%) e eugenol 2 (101,8 ± 3,0). O efeito vasorrelaxante na ausência do endotélio funcional dos compostos mais promissores (3a e 3b) mostrou que ambos os compostos promoveram vasorrelaxamento, atuando diretamente na camada muscular lisa vascular.

Palavras-chave


adutos de Morita-Baylis-Hillman; atividade vasorrelaxante; eugenol



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