Potencial de Formação de Ozônio no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, Brasil

Antonio Marco Siciliano, Carlos Eduardo F. C. e Silva, Sérgio M. Corrêa

Resumo


Modelos de dispersão atmosférica tem sido amplamente empregados para estudar os padrões de dispersão atmosférica, predizer os efeitos das emissões, estimar riscos potenciais para a saúde humana, desenvolver políticas ambientais e avaliar o impacto na qualidade do ar. Modelos aprovados por agências regulatórias são frequentemente usados como ferramentas de simulação para análise de risco para a implantação e operação de empreendimentos. Este artigo trata das emissões de poluentes gasosos emitidos pelo Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ) e apresenta um estudo de caso da dispersão usando o modelo AERMOD e o modelo de trajetórias OZIPR acoplado ao modelo químico para avaliar a formação do ozônio troposférico. O COMPERJ está sendo instalado na região metropolitana do Rio de Janeiro e o inicio das operações previsto para 2016. Os resultados obtidos indicam que as concentrações de óxidos de nitrogênio (NOx) irão exceder os limites primários e secundários dos padrões brasileiros para qualidade do ar em algumas áreas. Como resultados dos altos níveis de NOx e a presença de compostos orgânicos voláteis (COV) são esperados altos níveis de ozônio na região estudada.

 

DOI: 10.5935/1984-6835.20160071


Palavras-chave


Atmosfera; dispersão; modelagem; ozônio; petroquímica; OZIPR; AERMOD.

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